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Como identificar um trauma? Confira 7 dicas aqui

Como identificar um trauma? Confira 7 dicas aqui

O corpo e mente de cada indivíduo reage de forma diferente a estímulos externos. Passamos por eventos repentinos e inesperados que podem influenciar nossa vida por muito tempo, exigindo tratamento. Quase todas as pessoas já passaram ou irão passar, em algum momento da vida, por um momento potencialmente traumático. Mas como identificar um trauma e como não permitir que ele prejudique nossa vida e rotina?

Primeiro, é importante entender o que é um trauma. A palavra grega significa ferida. Quando passamos por uma situação de estresse extremo e as reações ao evento perduram por muito tempo, causando medo e ansiedade, isso significa que aquela situação foi traumática para nós.

Mas os efeitos psicológicos que acontecem para uma pessoa não acontecem, necessariamente, para outra que passa pela mas situação.  A forma com a qual nosso organismo responde depende de uma série de fatores que nos constitui, como identidade, valores, crenças e experiências passadas. Não é  a situação em si que determina como nos sentimos e sim como lidamos com ela e de que forma desenvolvemos seu significado internamente.

Existem alguns sintomas físicos e psicológicos que podem se apresentar após a experiência traumática, como:

  • Tremores
  • Taquicardia
  • Sudorese
  • Confusão mental
  • Queda ou aumento da pressão arterial
  • Dificuldade de concentração
  • Paranoia
  • Pensamentos negativos frequentes
  • Dificuldade para tomar decisões
  • Culpa
  • Medo
  • Apreensão
  • Raiva
  • Tristeza
  • Desamparo

Os traumas podem surgir em qualquer fase da vida e persistirem por muito tempo. Muitos adultos sofrem como limitações diárias devido a traumas de infância, por exemplo. Os tipos de traumas psicológicos mais comuns envolvem perda de entes queridos, mudanças drásticas na vida, separação conjugal, acidentes, assalto e vivência ou testemunho violência física, verbal ou sexual. Eles podem prejudicar não só sua saúde física e mental, como também a vida pessoal e profissional. Confira aqui como identificar um trauma e saber qual a hora certa de buscar tratamento.

1. Evitar-se

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É muito comum para as pessoas que passaram por experiências traumáticas sentirem-se mal quando pensam em si mesmas. Isso acontece principalmente quando o trauma está diretamente relacionado a indivíduos que têm uma importância na sua vida, como entes queridos e amigos próximos.

Com isso, as pessoas que sofrem com os traumas passam a evitar-se. Desconectar-se de si mesmo evita a memória do trauma e leva a uma profunda insatisfação e comportamentos autodestrutivos. Assim, a alternativa de fugir da própria identidade acaba por se tornar mais fácil e aparentemente menos dolorosa.

2. Relacionamentos destrutivos

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Outra dica para te ajudar a identificar se sofreu um trauma ou não é analisar os seus relacionamentos. Sejam vínculos com pessoas do trabalho, relações familiares ou afetivas, é comum que o ciclo envolva estar em situações prejudiciais como uma forma de repetir o passado e alimentar o trauma.

Isso acontece porque os indivíduos assumem, inconscientemente, o papel de tentar resgatar e “consertar” essas pessoas que estão emocionalmente indisponíveis e não trazem benefícios ou estabilidade emocional.

3. Isolamento

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Esse ciclo causado pelos vínculos prejudiciais acaba por gerar um outro sintoma do trauma: o isolamento. Estar preso a quem não faz bem, faz com que os indivíduos que passam por experiências traumáticas se coloquem em uma posição de “atrair relacionamentos destrutivos” e, consequentemente, isolar-se e adotar uma perspectiva pessimista dos outros.

4. Desconexão emocional da própria identidade

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Os traumas também podem estar diretamente ligados à repressão de sentimentos. Essa construção pode ser resultados de diversos fatores durante a infância ou outro período da vida ou a eventos específicos. A crença de que as emoções são um obstáculo acaba por dificultar o gerenciamento delas e do padrão de comportamentos desenvolvido pelo indivíduo.

Mas esse fator prejudica também a tomada de decisões saudáveis na vida. É preciso compreender as próprias emoções para reconstruir a identidade e superar as experiências traumáticas do passado.

5. Problemas com a autoestima

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Os eventos traumáticos também podem acarretar em problemas com a autoestima do indivíduo. Esse instinto mental leva a pessoa a desenvolver uma imagem equivocada e negativa de si mesma e de suas atitudes. O sintoma deve ser tratado para evitar o desencadeamento de outros problemas como ansiedade e depressão, por exemplo.

6. Agressividade

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Muitos traumas envolvem episódios de violência. Seja em casa ou não, o corpo e a mente nunca estão preparados para vivenciar situações de exposição à violência física ou verbal e as reações podem ser diversas e envolver até  uma agressividade futura. Isso acontece porque, muitas vezes, o inconsciente associa aquele comportamento como “aceitável”.

7. Medo constante

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Se você costuma tomar decisões com base no seu grau de segurança e sente medo constante de vivenciar experiências específicas, talvez seja um sinal de trauma. É importante entender, porém, que quanto mais você evidencia o medo, mais poder ele tem na sua vida e menos controle você vai ter sobre si mesmo e sobre o seu futuro.

Identificar se sofre com um trauma passado é apenas o primeiro passo para superá-lo. É essencial buscar ajuda pelo tratamento que você mais se identifica e também por meio de vínculos sólidos com familiares e amigos que fazem bem a você. Assim, você vai conseguir ter forças para se desconectar, pouco a pouco, de experiências negativas e ressignificá-las.

A Hipnoterapia é uma das formas de tratamento para traumas. Ela tem como principal objetivo identificar a causa-raiz do problema e tratá-la, dando novos significados aos eventos do passado e ajudando o indivíduo a retomar o controle da própria vida, ações e sentimentos. Os danos emocionais e psicológicos são, então, “substituídos” pelo aprendizado e a capacidade de se recuperar e focar na positividade e bem-estar de si mesmo.

O processo de cura envolve entender o evento, reinterpretá-lo e transformá-lo em um aprendizado. A partir daí é que serão potencializados sentimentos positivos como alegria, tranquilidade, equilíbrio e harmonia, superando os momentos de medo, angústia e ansiedade.

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