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Você sabe quais são os sintomas da compulsão alimentar?

Hipnoterapia

Você sabe identificar uma compulsão alimentar?

Provável que não e por isso tenha clicado neste artigo para tirar suas dúvidas a respeito do tema. Veja se você se identifica com a seguinte cena:

No meio da tarde ou na madrugada você sente uma vontade incontrolável de comer, comer qualquer coisa que lhe dê prazer imediato. Você abre a geladeira e pega leite condensado, goiabada, Danone, sorvete, pudim etc. Uma dieta de engorda, uma bomba calórica que joga a carga de serotonina do seu cérebro as alturas.

Porém, você percebe que apesar de estar satisfeita, no sentido orgânico, não está mais com fome e não consegue se controlar, continua a comer e comer e velozmente.

Passado um tempo que expôs o seu corpo a tamanho volume de calorias, começa a passar mal, a vomitar tudo.

Bem, se você se vê perfeitamente nessa cena, já vivenciou e vivencia isso, é provável que sofra de compulsão alimentar.

Mas calma, não vamos tirar conclusões precipitadas. Há uma série de sintomas e de condições a se observar para se chegar a tal conclusão.

Vou apresentar todos os sintomas do transtorno, suas causas e um tratamento eficaz para se livrar desse problema.

Uma curiosidade que talvez faça você se sentir mais confortável. Esse distúrbio alimentar pode ocorrer com qualquer pessoa, não importa a idade ou classe social.

Lady Di, a eterna princesa de Gales, sofria de transtorno alimentar (aliás, se você for assistir a quarta temporada da ótima série Netflix “The Crown”, cuidado com possíveis gatilhos).

Outras personalidades que já admitiram sofrer com compulsão alimentar e outros transtornos associados:

  • Thaila Ayala (atriz);
  • Lady Gaga (dispensa apresentações);
  • Kelly Clarkson (cantora);
  • Mary Kate Olsen (atriz).

Definindo compulsão alimentar

Ingestão alimentar acima do considerado normal em curto intervalo de tempo. Outra característica é a falta de controle durante esse período de alimentação nababesca.

A pessoa tem consciência de que exagera no consumo, mas não consegue controlar seu impulso por se alimentar mesmo não sentindo sintomas físicos de fome.

A comida gera bem estar, proporciona um prazer que acaba se tornando uma espécie de medicação, um refúgio, um lugar de conforto para abrandar o sofrimento quando não se há um tratamento adequado para tratar de transtornos emocionais”

Alguns comportamentos associados a compulsão alimentar são alimentar-se rapidamente, comer grandes quantidades de alimento sem mastigação adequada.

É comum as pessoas que sofrem compulsão alimentar comerem até se sentirem exageradamente satisfeitas, “cheias”, e tentarem esconder de outras pessoas esse hábito alimentar por vergonha.

A compulsão se torna um problema clínico quando o indivíduo sabe que lida com perdas funcionais devido a esse hábito, mas não consegue evitá-lo e a sua frequência ser de um episódio por semana.

As causas da compulsão alimentar

A compulsão alimentar não tem nada a ver com gostar de comer ou satisfazer um desejo. A origem do transtorno normalmente precede um sofrimento marcante, uma angústia, uma ansiedade, uma depressão aguda.

O alimento é usado como forma de preencher o vazio existencial ou substituir as sensações amargas que dominam o ser e o deixam completamente desconfortável. Como a comida gera bem estar, proporciona um prazer que acaba se tornando uma espécie de medicação, um refúgio, um lugar de conforto para abrandar o sofrimento quando não se há um tratamento adequado para tratar de transtornos emocionais.

A compulsão alimentar está ligada a problemas emocionais. Ela se trata de um distúrbio derivado de questões mal resolvidas internamente”

Diferença de compulsão alimentar e bulimia

São transtornos parecidos, mas com diferenças claras.

A bulimia também se trata de episódios de compulsão alimentar, no entanto, a pessoa que sofre desse transtorno pratica comportamentos “compensatórios”, isto é, sabe que está fazendo um mal ao seu corpo ao ingerir alimentos de maneira descontrolada e por isso tenta ameniza os seus efeitos por meio de ações como o de estimular regurgitação (vômito).

Portanto, no exemplo descrito no início do texto, a pessoa em questão sofre de bulimia, pois faz uma ação compensatória. Isso quer dizer que a bulimia precisa necessariamente conter a compulsão alimentar, mas esta já não precisa da bulimia para se caracterizar.

Sintomas de compulsão alimentar

Algumas informações importantes para identificar se sofre de fato de uma compulsão alimentar. O episódio de descontrole precisa ocorrer ao menos uma vez por semana durante três meses.

Como vimos, o problema está associado a problemas emocionais, depressão, angústia, estresse etc. Portanto, considere se você passou por episódios traumáticos recentemente.

A bulimia precisa necessariamente conter a compulsão alimentar, mas esta já não precisa da bulimia para se caracterizar”

Levando em consideração essas questões, um quadro de compulsão alimentar é caracterizado pelos seguintes sintomas:

Rápido demais

Comer em velocidade acima do que percebe como normal é um dos sinais de compulsão alimentar.

Farto demais

Comer de modo a se sentir muito desconfortável e não conseguir interromper a comilança apesar de notar o mal-estar crescente.

Comer sem precisar

Sentir vontade de comer mesmo não tendo fome é um sinal clássico de compulsão alimentar.

As escondidas

Comer as escondidas por sentir vergonha de seu comportamento alimentar.

Arrependimento

Se sentir culpado ou arrependido após comer.

Tratando da compulsão alimentar

Existem tratamentos para compulsão alimentar? Felizmente sim, existem tratamentos eficazes que ajudam a abrandar os sintomas ou erradicá-los de todo.

Como apontado acima, a compulsão alimentar está ligada a problemas emocionais. Ela se trata de um distúrbio derivado de questões mal resolvidas internamente, por isso os tratamentos mais adequados para lidar com o problema são os que lidam com a psique do indivíduo.

O tratamento mais recorrido é a psicoterapia. O profissional investiga as causas que levaram ao desenvolver do transtorno e aplica exercícios de reeducação mental e medicamentos para tratar do problema.

Contudo, outro tipo de tratamento vem se notabilizando nos últimos anos devido a celeridade de seus resultados e o risco praticamente zero de sequelas: a hipnoterapia.

Hipnoterapia: indução controlada ao subconsciente

A hipnoterapia é um tratamento que usa de métodos hipnóticos como ferramenta terapêutica.

Por meio de exercícios de sugestão, induz o paciente ao seu subconsciente, o local de armazenamento das memórias mais primitivas e reprimidas, para relembrar e identificar os eventos traumáticos que continuam a repercutir no presente.

Identificado esses traumas, o hipnoterapeuta elabora exercícios mentais para que o paciente reinterprete as lembranças traumáticas de modo mais saudável, assim como lhe passa instruções para evitar e abrandar os sintomas do transtorno durante as ocorrências de crise.

O alimento é usado como forma de preencher o vazio existencial ou substituir as sensações amargas que dominam o ser e o deixam completamente desconfortável”

A hipnoterapia é considerada mais eficaz em relação a psicoterapia por apresentar resultados em poucas sessões semanais. Como não depende muito da colaboração do paciente para se abrir, falar do seu problema, porque acessa de forma direta suas memórias mais profundas, o tempo para identificar os traumas e aplicar soluções é menor.

Além disso, esse tratamento dispensa o uso de medicamentos que podem causar dependência se usados em longo prazo.

Para mais informações sobre hipnoterapia, conheça mais do meu trabalho, entre em contato, vou ter prazer em tirar suas dúvidas.

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